Avaliação de riscos psicossociais · Goiânia

Avaliação de fatores de risco psicossociais

A NR-1 pede que a empresa identifique os fatores de risco psicossociais do seu trabalho, registre o que encontrou no inventário e trate o que encontrou num plano de ação. A Analítica conduz essa avaliação para empresas de Goiânia e de outros estados, com responsabilidade técnica de psicólogo, e entrega o material no formato que o PGR da empresa usa. O que a norma pede, e o que ela não pede, está explicado em detalhe na página sobre a NR-1; esta página diz o que a empresa recebe.

Para quem

Três situações que chegam à Analítica

O ponto de partida muda o trabalho; o que a empresa recebe no fim é o mesmo.

A empresa ainda não fez nada
Tem PGR, ou é dispensada dele, e o fator psicossocial não entrou em lugar nenhum. Precisa de uma avaliação que comece do zero e termine em documento.
Aplicou um questionário e parou aí
Recebeu um relatório com percentuais e não sabe o que fazer com ele. A orientação pública do Ministério é clara: questionário isolado não caracteriza gerenciamento de risco. O que falta é a leitura da organização do trabalho e o plano.
Foi visitada, ou foi perguntada pelo cliente
O auditor, ou o contratante, pediu evidência de processo: critérios, método, medidas, acompanhamento. O que a fiscalização olha não é a existência do documento, e sim a coerência entre avaliação, medidas adotadas e implementação.
Entregas

Sete entregas em oito semanas

Projeto fechado, com prazo e responsável em cada entrega. A empresa adota o plano; a Analítica propõe.

  1. Semana 1 · Plano de avaliação

    Escopo, áreas, cronograma, critérios de gradação de risco propostos para a empresa adotar, e o que a empresa precisa fornecer. Da segunda à quarta semana acontece a coleta: instrumento respondido pelos trabalhadores, entrevistas com gestores, leitura documental e dados administrativos agregados.

  2. Semana 5 · Relatório de avaliação

    Os fatores identificados, por área, com nível de risco e a fundamentação de cada leitura.

  3. Semana 5 · Inventário dos fatores psicossociais

    Com o conteúdo mínimo que a NR-1 exige, para a empresa incorporar ao seu PGR.

  4. Semana 6 · Proposta de plano de ação

    Medidas por fator, na ordem que a norma privilegia (mudar a organização do trabalho antes de tratar a pessoa), com prazos, responsáveis e forma de verificação.

  5. Semana 6 · Devolutiva à direção

    Reunião de 90 minutos para ler o resultado e decidir sobre o plano.

  6. Semana 7 · Comunicação aos trabalhadores

    O texto e o roteiro da devolutiva coletiva, porque a norma exige que os riscos e as medidas sejam comunicados a quem trabalha.

  7. Semana 8 · Dossiê

    Tudo o que foi feito, com método, critérios e registros, organizado para quem for perguntar: auditor, cliente, SST da empresa.

A distinção entre propor e adotar importa: a NR-1 diz que os documentos do gerenciamento são elaborados sob responsabilidade da organização. Uma consultoria que "assina e resolve" está prometendo o que a norma não permite transferir.

Método

Quatro fontes, e nenhuma delas sozinha

A avaliação cruza quatro leituras da mesma organização: o que os trabalhadores respondem, de forma anônima, sobre o jeito de organizar o trabalho; o que os gestores contam, em entrevistas de 45 minutos por vídeo, sobre carga, autonomia, mudança e chefia; o que os documentos da empresa mostram (jornada, escalas, políticas, canais); e o que os dados administrativos agregados indicam (afastamentos, rotatividade, horas extras, por área). Nenhuma das quatro decide sozinha. É esse cruzamento que o auditor chama de coerência metodológica, e é o que um questionário isolado não tem.

Anonimato, pela regra e não pela promessa
O link de resposta é coletivo. Nenhum resultado é apresentado para grupo com menos de dez pessoas; abaixo disso, a leitura sobe para o nível da empresa. Vale também para os dados administrativos. Ninguém da Analítica sabe quem respondeu o quê, e a direção recebe leitura por área, nunca por pessoa.
Participação
A meta é 60% de respostas; abaixo de metade, o relatório declara a limitação em vez de escondê-la. A norma não fixa um número; fixa que a participação seja real, e a fiscalização olha isso.
Remoto por desenho
Coleta, entrevistas e devolutivas acontecem à distância, com o mesmo método em Goiânia e em outros estados. Visita presencial existe quando a empresa a exige, e é combinada à parte.
Limites

Onde a Analítica entra, e onde não entra

Com o SESMT ou a consultoria de SST da empresa, a Analítica faz uma reunião de integração: o inventário psicossocial entra no PGR pelas mãos de quem já o mantém, no formato dele. Se a empresa não tem estrutura de SST, a entrega vai à direção, com o dossiê organizado para quem vier a cuidar disso.

Entra

Na avaliação dos fatores psicossociais, no inventário desses fatores e na proposta de plano de ação.

Não entra

No PGR como um todo, que cobre agentes físicos, químicos e biológicos e pertence à empresa e à sua estrutura de segurança do trabalho; na assinatura do programa; na garantia de resultado de fiscalização, que nenhuma consultoria pode dar, porque a responsabilidade é da organização.

ME e EPP

Dispensa de PGR não é dispensa de olhar o risco

Uma empresa pequena, de grau de risco 1 ou 2, que não identificou agentes físicos, químicos ou biológicos e presta as informações digitais exigidas, pode ser liberada pela própria NR-1 de elaborar o PGR. A liberação alcança só o PGR. O fator psicossocial é ergonômico, continua tendo de ser identificado e tratado, e a avaliação ergonômica preliminar passa a ser o documento que evidencia esse processo. Para esse porte, a Analítica entrega a mesma avaliação em registro próprio, adotado pela empresa, no lugar do inventário do PGR. O trabalho é o mesmo; muda o documento onde ele mora.

Responsabilidade

Psicólogo na avaliação, leitura trabalhista no plano

A NR-1 não exige psicólogo para essa tarefa; exige competência técnica adequada. A Analítica escolhe o psicólogo porque a avaliação é da organização do trabalho e não das pessoas, e essa fronteira, entre ler o trabalho e diagnosticar quem trabalha, é a que um psicólogo sabe manter.

Quem responde

Leo Junio Silva, da Analítica RH

Responsabilidade técnica pela avaliação e pela proposta de plano: Leo Junio Silva, psicólogo e administrador, CRP 09/21828, sócio-fundador. Nada do que o trabalhador responde vira registro individual, e o Plantão Psicológico, quando a empresa o tem, não entra na avaliação nem a alimenta. A Analítica

Perguntas que chegam antes da proposta

Preciso disso se já tenho PGR?
O PGR precisa considerar os fatores psicossociais na avaliação de riscos. Se o seu PGR não os considerou, a avaliação é o que falta para ele; se considerou por questionário isolado, é o que falta para ele se sustentar.
Quanto tempo leva?
Oito semanas do plano de avaliação ao dossiê, com a coleta entre a segunda e a quarta semana. O prazo depende de a empresa fornecer o que o plano de avaliação lista na primeira semana.
Os trabalhadores precisam se identificar?
Não. O link é coletivo, sem nome, e nenhum resultado aparece para grupo com menos de dez pessoas.
A Analítica assina o meu PGR?
Não. A Analítica responde pela avaliação psicossocial, pelo inventário desses fatores e pela proposta de plano; o PGR permanece da empresa e de quem cuida da segurança do trabalho nela. A norma diz que a responsabilidade pelos documentos é da organização.
Minha empresa é pequena e não tem PGR. Preciso mesmo assim?
A dispensa de PGR não alcança o fator psicossocial, que é ergonômico. A avaliação é a mesma; o registro é próprio, adotado pela empresa.
E depois das oito semanas?
O plano de ação tem verificações previstas, e a norma pede acompanhamento das medidas e revisão do inventário. A Analítica oferece o acompanhamento anual, com duas verificações e a reaplicação da avaliação na segunda, como contratação separada.
Para começar

Chegar com a situação basta

A primeira conversa serve para ouvir em que ponto a empresa está: sem nada, com questionário, com visita. A proposta vem depois, com escopo fechado por escrito. Empresas de Goiânia e de outros estados.