Plantão Psicológico Corporativo
Um psicólogo contratado pela Analítica presente na empresa, em dia fixo, para quem quiser procurar. A empresa não indica quem deve ser atendido e a chefia não agenda ninguém. O atendimento é sigiloso, nos termos do Código de Ética da Psicologia. A direção recebe uma leitura agregada da procura, sem identificação de pessoas e sem conteúdo clínico.
O colaborador procura por conta própria
O plantão acontece em períodos de algumas horas, em um dia fixo da semana, em sala reservada dentro da empresa.
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A procura
O colaborador procura por conta própria, sem passar pela gestão, e é atendido em uma conversa breve, de acolhimento e orientação.
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O encaminhamento
Quando a situação pede acompanhamento continuado, o psicólogo orienta o encaminhamento para psicoterapia, atendimento psiquiátrico ou serviço de saúde.
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A apresentação
Antes do primeiro dia, uma apresentação à equipe explica como o plantão funciona e até onde vai o sigilo.
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A continuidade
A Analítica prioriza a continuidade do mesmo profissional; quando houver substituição, a mudança é comunicada à equipe, e quem já foi atendido é avisado antes de o novo profissional acessar o seu registro.
O que cada um recebe
O colaborador
- Um psicólogo com inscrição ativa no CRP
- Em sala reservada, custeado pela empresa, sem cobrança ao colaborador.
- Sigilo
- O psicólogo não informa à empresa quem procurou nem o que foi conversado. O sigilo profissional é preservado nos termos do Código de Ética; nas situações excepcionais em que houver necessidade ética ou legal de comunicação para proteção da pessoa ou de terceiros, compartilha-se apenas o estritamente necessário.
- Registro profissional individual e sigiloso
- De cada atendimento, exigido pela regulamentação da Psicologia. A guarda é do psicólogo que atendeu junto com a Analítica RH, como determina a regulamentação do Conselho Federal de Psicologia, com acesso controlado e registrado; a empresa contratante não tem acesso a esse registro. Havendo substituição do plantonista, o profissional que assume acessa apenas o necessário para a continuidade, e o colaborador é avisado antes desse acesso, podendo pedir que ele não aconteça. Quem foi atendido pode pedir acesso ao próprio registro pelo e-mail plantao@analiticarh.tech, e a entrega é feita em conversa com um psicólogo.
- Orientação de encaminhamento
- Quando a situação pede mais do que um plantão oferece, indicando serviços públicos e privados disponíveis, sem direcionar para profissionais ligados à Analítica.
A empresa
- Presença dimensionada
- Para o número de pessoas e para os turnos da empresa, em dia fixo.
- Um relatório mensal breve sobre o serviço
- Para acompanhamento técnico: dias de presença, cobertura dos turnos, funcionamento do plantão e volume de procura, com uma leitura geral dos temas apresentada com o cuidado de não permitir identificação direta ou indireta. Nos meses de procura pequena, o relatório trata do funcionamento e não detalha tema nem quantidade.
- Reunião periódica com a direção
- Para apresentar esse relatório, conduzida pela coordenação do plantão. Quando a empresa conduz a gestão de riscos psicossociais, o plantão pode ser registrado no plano de ação. A Analítica informa, para esse registro, a existência e o alcance da medida, como dias de presença e cobertura de turnos. Atendimentos, temas e pessoas ficam fora desse registro.
Duas modalidades
- Recorrente
- Contrato mensal, com presença recorrente e previsível, em dia fixo, dimensionada para o número de pessoas e os turnos da empresa. É a modalidade em que o plantão funciona como descrito nesta página: o colaborador sabe que o psicólogo volta, e a empresa recebe o relatório mensal do serviço.
- Ativação pontual
- Um período em data marcada, sem contrato mensal, para campanhas de saúde, datas do calendário de saúde ou disponibilização temporária do plantão após uma situação crítica, quando a resposta de emergência já tiver sido dada por quem cabia. Continua sendo atendimento voluntário e individual; não é intervenção em grupo nem atendimento de crise.
Sigilo e o que a gestão recebe
Quando a Analítica também presta trabalho consultivo à mesma empresa, as duas frentes são mantidas separadas quanto à informação.
- Como o sigilo funciona
- O conteúdo de cada atendimento e a identidade de quem procurou permanecem no fluxo clínico, sob o sigilo profissional do psicólogo, e não alimentam o trabalho consultivo. À direção chega informação agregada, sem identificação de quem procurou.
- No dia a dia
- Informação agregada quer dizer volumes e temas gerais, e agregar não basta: quantidades e temas só são apresentados quando não permitirem identificação direta ou indireta. Para a devolutiva, o psicólogo que atendeu entrega à coordenação apenas registros sem identificação, e a coordenação está sob o mesmo sigilo. A devolutiva é um relatório mensal sobre o serviço, assinado pela coordenação e guardado como documento profissional; não há relatório sobre pessoas, e volumes e temas não são abertos por setor, turno, cargo ou liderança. Quem realiza atendimento fica impedido de participar de avaliação, investigação ou decisão individual relativa à pessoa atendida, e nada do atendimento entra nesses processos. A coordenação observa o mesmo impedimento sempre que tiver acesso, pelo exercício de sua função, a informação que possa comprometer sua independência naquela decisão.
O que fica fora, e o que o plantão não substitui
- Limites
- O plantão não substitui psicoterapia nem atendimento de emergência. Situações de urgência ou risco seguem protocolo próprio de proteção e encaminhamento aos serviços adequados. A empresa não recebe conteúdo do atendimento nem informação clínica individual, ressalvadas comunicações estritamente necessárias diante de obrigação legal ou de situação excepcional de proteção, nos limites éticos aplicáveis. Ficam fora do escopo a psicoterapia continuada, o atendimento psiquiátrico, o atendimento de emergência em crise, a perícia e qualquer avaliação com finalidade de gestão de pessoas. A delimitação consta do contrato e é apresentada à equipe.
- NR-1
- O plantão é uma medida de apoio às pessoas. Sozinho, ele não atende à exigência da NR-1 sobre fatores de risco psicossociais, que pede a identificação e a avaliação desses fatores, o registro no inventário de riscos, o plano de ação e o acompanhamento da eficácia das medidas. Quando a empresa faz esse trabalho, o plantão é registrado no plano de ação como medida complementar às medidas na organização do trabalho. NR-1 e riscos psicossociais
Quem conduz, e para onde seguir

Responsável técnico e coordenação: Leo Junio Silva, psicólogo, CRP 09/21828. Atendimento por psicólogos com inscrição ativa no CRP, cujo nome e número são apresentados à equipe antes do primeiro dia. A Analítica
Oferecer apoio psicológico, sem saber ainda se o plantão é a forma certa
A conversa começa pela situação, e serve para dizer o que a Analítica enxerga por trás do que a empresa está vendo.