Política de Privacidade

Como a Analítica RH trata dados pessoais no site, no trabalho consultivo que presta às empresas clientes e no Plantão Psicológico Corporativo. Vale a partir de 22 de setembro de 2026, e essa data indica sempre a versão vigente.

Analítica RH, nome fantasia de ANALÍTICA RH LTDA, sociedade empresária limitada, inscrita no CNPJ sob o nº 40.244.053/0001-72, com sede na Praça Walter Santos, 100, quadra 66, lote 4/2, sala 01, Setor Coimbra, Goiânia, GO, 74533-250. Contato para assuntos de dados pessoais: dados@analiticarh.com.br.

As três situações em que tratamos dados

As regras não são as mesmas nas três. A lei chama de controlador quem decide o que é tratado e para quê, e de operador quem trata seguindo as instruções de quem decide.

  • Quando você usa este site. A Analítica decide o que é coletado e para quê, e responde por isso como controladora.
  • Quando a Analítica presta serviço a uma empresa. Os dados são de quem trabalha nessa empresa, e é ela quem decide o que será tratado e para quê. A Analítica trata em nome dela, na posição de operadora. Na avaliação de fatores de risco psicossociais a divisão é outra, e está descrita em seção própria.
  • Quando um colaborador é atendido no Plantão Psicológico. O atendimento é feito por psicólogo, sob sigilo profissional, e gera registro que a empresa contratante não recebe. Aqui a controladora é a Analítica, e a empresa que contratou o serviço fica fora dessas decisões. As regras estão em seção própria, mais adiante.

Quando você fala com a Analítica

  • O que coletamos. Pelo formulário deste site, por e-mail ou por WhatsApp: nome, e-mail, telefone quando você informa, empresa e a descrição da situação. O WhatsApp é operado por outra empresa, que guarda as mensagens em servidores fora do Brasil e tem política própria. A Analítica lê e responde pelo aparelho e pela conta dela, e não alcança o que fica guardado nos servidores dessa empresa nem a cópia que fica com você. Quem preferir não passar por esse canal usa o formulário ou o e-mail.
  • Para quê, e com que fundamento. Para responder ao seu contato e, havendo interesse dos dois lados, preparar uma proposta: artigo 7º, inciso V, da LGPD, tratativas preliminares a pedido do titular. Para guardar o histórico e para as medidas que protegem o formulário contra envio automatizado: legítimo interesse, artigo 7º, inciso IX. Você pode pedir a exclusão da sua mensagem pelo canal desta política, e atendemos quando não houver obrigação legal de guarda.
  • Informação sobre outras pessoas. Descreva a situação sem nomear ninguém e sem contar o que sabe sobre a saúde de alguém. Quando mesmo assim chega nome ou informação de saúde de terceiro, apagamos esse trecho do arquivo, da caixa de e-mail e da conversa de WhatsApp na primeira leitura e seguimos com a descrição sem identificação: dado de saúde é sensível e exige autorização específica de quem ele descreve, que a Analítica não tem. Se o detalhe identificável for necessário ao trabalho, ele é pedido depois, dentro do contrato com a empresa, que passa a decidir sobre esses dados.
  • Currículo enviado pelo formulário. Não entra em processo seletivo nenhum. Respondemos indicando a página de seleção e apagamos arquivo e mensagem em até dez dias, contados da resposta.
  • Este site não usa cookies. Não há medição de audiência, pixel de rede social, mapa incorporado nem vídeo de outro serviço. Fontes, imagens e folha de estilo ficam no próprio domínio, e nada sobre a sua navegação é enviado para outra empresa.
  • Registros de acesso. O servidor guarda IP, data e hora, e a Analítica os mantém por seis meses, sob sigilo e em ambiente controlado, por exigência do artigo 15 do Marco Civil da Internet. No envio do formulário, o seu IP passa por uma função que gera um código, usado só para impedir envios repetidos em menos de um minuto; o endereço em si não fica guardado com a mensagem.
  • Links que saem daqui. Os botões de WhatsApp e o link para os processos seletivos levam a serviços de outras empresas, com políticas próprias, fora do controle da Analítica.

Candidaturas e serviço a empresa cliente

  • Vagas da própria Analítica. As candidaturas entram pela nossa página de seleção, hospedada pela Abler, que recebe e organiza os currículos em nome da Analítica e segundo instruções nossas. Aqui quem decide sobre os seus dados é a Analítica, com fundamento no artigo 7º, inciso V, da LGPD. Guardamos os dados de quem participou por seis meses depois do encerramento do processo, para responder a questionamentos sobre a seleção. A triagem e as etapas ficam a cargo de pessoas da equipe, sem pontuação automática nem qualquer processamento automatizado para decidir quem avança. Trabalhar na Analítica
  • Banco de talentos. A Abler mantém um banco de currículos próprio, que serve a todas as empresas que usam a plataforma. Esse cadastro é feito por você diretamente com a Abler e segue as regras e os prazos dela; para saber como ele funciona ou para sair dele, o caminho é a política de privacidade da própria Abler. A Analítica não mantém banco de currículos próprio.
  • Quando prestamos serviço a uma empresa. Em departamento pessoal, conformidade trabalhista, recrutamento e seleção, avaliação de fatores de risco psicossociais e desenvolvimento de gestores, os dados tratados são de quem trabalha na empresa contratante. É ela quem decide o que será tratado e para quê, e a Analítica trata em nome dela, nos limites do contrato. Vale também para os processos seletivos que conduzimos para clientes, em que quem decide sobre os dados dos candidatos é a empresa que abriu a vaga.
  • Na avaliação de fatores de risco psicossociais. A empresa contratante decide para que a avaliação serve; a Analítica define a metodologia e o instrumento, e o contrato descreve o que cabe a cada uma. As respostas individuais ficam fora do que é entregue. A empresa recebe o resultado por grupo, sem identificação, e o material de que precisa para o inventário de riscos e o plano de ação.
  • O que isso significa para o colaborador. Se você trabalha em empresa que contratou a Analítica, as decisões sobre os seus dados cabem a ela, e o caminho mais direto para pedir informação ou correção é falar com a sua empresa. Pedido que chegue à Analítica é encaminhado a ela, com apoio na resposta.

O Plantão Psicológico

  • O que existe, e com que fundamento. Cada atendimento gera um registro profissional individual, exigido pela regulamentação da Psicologia, com dado sobre saúde, que a lei classifica como sensível. O fundamento é o artigo 11, inciso II, alínea “f”, da LGPD: tutela da saúde, em procedimento feito por profissional de saúde. O consentimento não é a base, porque dentro de uma relação de trabalho a liberdade para recusar é discutível e a regulamentação da Psicologia exige o registro de todo modo. Procurar o plantão continua sendo escolha sua, e no primeiro atendimento o psicólogo explica como o registro é feito, onde fica e por quanto tempo. O artigo 11, §4º proíbe que controladores compartilhem entre si dado de saúde para obter vantagem econômica, ressalvadas as situações ligadas à prestação de serviços de saúde, de assistência farmacêutica e de assistência à saúde.
  • Quem responde, e quem tem acesso. A controladora é a Analítica RH: é ela quem decide para que o registro serve, onde fica, quem acessa e por quanto tempo é conservado. A empresa contratante fica fora dessas decisões e não dá instruções sobre esses registros. O atendimento é feito por psicólogos com inscrição ativa no CRP, contratados pela Analítica, com compromisso de sigilo e instruções escritas. A guarda é do psicólogo que atendeu junto com a Analítica, como determina a regulamentação do Conselho Federal de Psicologia, e cada acesso ao arquivo fica registrado. Lê o conteúdo o psicólogo que atendeu; o responsável técnico e um plantonista substituto acessam apenas quando a continuidade do cuidado exige, e nesse caso quem já foi atendido é avisado antes e pode pedir que o acesso não aconteça.
  • Onde os registros ficam. Em nuvem do Google, em área de acesso controlado, separada dos demais arquivos. Como o fornecedor tem sede fora do Brasil, há transferência internacional, admitida pelo artigo 33, inciso II, da LGPD mediante garantias de cumprimento da lei brasileira; a Analítica se apoia nas cláusulas contratuais firmadas com ele. O sigilo profissional vale sobre esse material onde quer que ele esteja.
  • O que a empresa contratante recebe. Um relatório mensal sobre o funcionamento do serviço, agregado e sem identificação, apresentado com o cuidado de não permitir reconhecer pessoas em equipes pequenas. O registro, o conteúdo dos atendimentos e a lista de quem procurou ficam fora dele. Combinamos com a direção local e horário que reduzam a exposição de quem entra na sala, dentro do que a Analítica alcança. Esse registro não é usado em decisão de gestão nem disponibilizado para esse fim, em nenhuma circunstância comercial.
  • Sigilo e suas exceções. Os psicólogos estão sujeitos ao Código de Ética Profissional do Psicólogo. Nas situações excepcionais em que houver necessidade ética ou legal de comunicar algo para proteger a pessoa ou terceiros, o psicólogo compartilha apenas o estritamente necessário, com quem tiver condição de proteger. Havendo requisição de autoridade ou ordem judicial com fundamento na lei, a Analítica responde observando os limites do sigilo profissional.
  • Acesso ao próprio registro. Quem foi atendido pede acesso escrevendo para plantao@analiticarh.tech. Confirmamos primeiro que o pedido é seu. A entrega é feita em conversa com um psicólogo, que apresenta o conteúdo e esclarece o que estiver escrito, como determina a regulamentação da Psicologia. A resposta por escrito sobre a existência do registro sai em até quinze dias, e a conversa é marcada nessa resposta. Quando o registro mencionar outra pessoa, a parte que fala dela é omitida. O pedido de correção segue o mesmo caminho, e a seção sobre os seus direitos explica o que é corrigido no registro e o que é registrado como manifestação sua. Plantão Psicológico

Com quem compartilhamos, e por quanto tempo guardamos

A Analítica não vende dados pessoais e não os compartilha para publicidade. Fora isso, o compartilhamento acontece nos casos abaixo, sempre no mínimo necessário. Cada dado fica guardado pelo tempo da finalidade que o justificou, e depois disso a conservação só continua quando existe obrigação legal de guarda ou necessidade de defesa em processo.

  • Com quem compartilhamos. A empresa que hospeda o domínio, onde ficam o site e as caixas de e-mail: as mensagens do formulário são gravadas nesse servidor, em pasta fora da área pública, com acesso restrito aos dois sócios. O Google, cujo serviço de e-mail lê as caixas da Analítica e cuja nuvem guarda os registros do Plantão. A Abler, que hospeda a nossa página de seleção. E autoridades, quando houver obrigação legal ou determinação com fundamento na lei. Os serviços do Google guardam dados fora do Brasil: o artigo 33, inciso II, da LGPD admite essa transferência mediante garantias de cumprimento da lei brasileira, e a Analítica se apoia nas cláusulas contratuais firmadas com o fornecedor.
  • Mensagens. As que não viram contrato: a cópia no servidor é apagada aos doze meses, e a cópia na caixa de e-mail na conferência anual, o que pode levá-la a vinte e quatro meses. As de quem vira cliente: durante a vigência do contrato e mais cinco anos depois do encerramento, prazo em que ainda cabe cobrança ou discussão sobre o serviço.
  • WhatsApp. A conversa fica no aparelho e na conta da Analítica, e é apagada de lá na conferência anual das mensagens. O que for necessário ao atendimento é copiado para a caixa de e-mail e passa a seguir o prazo dela. Esse apagamento alcança o que está com a Analítica; a cópia que fica com você e o que a empresa que opera o serviço guarda nos servidores dela seguem a política dessa empresa.
  • Registros do Plantão. No mínimo cinco anos contados do último atendimento da pessoa, prazo da regulamentação do Conselho Federal de Psicologia, que também garante a você o documento do que foi feito. O fim do contrato com a empresa não encurta esse prazo e não transfere o arquivo para ela. Passado o prazo, o descarte impede a recuperação do conteúdo, com registro do que foi descartado e quando.
  • Os demais prazos. Currículos das vagas da Analítica, seis meses depois do encerramento do processo, e o banco de talentos da Abler segue os prazos dela. Documentos fiscais, contábeis e trabalhistas da própria Analítica, cinco anos, prazo da legislação tributária e trabalhista, aplicado também aos de FGTS. Registros dos pedidos recebidos por esta política, cinco anos, para demonstrar que foram atendidos.
  • Quando somos operadoras. Quem decide sobre compartilhamento e prazo de guarda é a empresa contratante, e a Analítica segue o contrato. Ao final, devolvemos ou eliminamos os dados conforme a instrução dela.

Seus direitos

  • O que você pode pedir. O artigo 18 da LGPD dá a você o direito de:
    • confirmar se tratamos seus dados, e acessá-los;
    • corrigir dado incompleto, inexato ou desatualizado;
    • pedir que um dado deixe de identificar você, fique bloqueado ou seja apagado, quando for desnecessário, excessivo ou tratado em desacordo com a lei;
    • recebê-los em formato que permita levá-los a outro fornecedor, nos termos que a Autoridade Nacional de Proteção de Dados vier a regulamentar;
    • pedir que apaguemos os dados tratados com base no seu consentimento, salvo quando a lei autoriza a conservação;
    • saber com quais empresas e órgãos os compartilhamos;
    • ser informado de que pode deixar de consentir, e do que acontece se não consentir, e retirar consentimento já dado.
    Você também pode se opor a tratamento feito sem consentimento quando entender que ele descumpre a lei, e reclamar diretamente à Autoridade.
  • Decisões automatizadas. O artigo 20 prevê o direito de pedir revisão de decisão tomada apenas por processamento automatizado. Ele não chega a se aplicar aqui: nenhuma decisão sobre pessoas é tomada dessa forma, neste site ou nos serviços da Analítica.
  • Como pedir, e em quanto tempo respondemos. Escreva para dados@analiticarh.com.br. Antes de responder, confirmamos que o pedido é seu, pedindo só o necessário para essa certeza. Para confirmar a existência de tratamento e dar acesso, respondemos em formato simplificado assim que recebemos o pedido, e a resposta completa sai em até quinze dias, como determina o artigo 19. Para os outros pedidos a lei ainda não fixou prazo, e a Analítica responde em até trinta dias; se precisarmos de mais tempo, avisamos antes de o prazo acabar e explicamos o motivo.
  • Se você trabalha em empresa cliente. Quem decide sobre os seus dados é a sua empresa, e o caminho mais direto é procurá-la. Pedido que chegue à Analítica é encaminhado a ela, com apoio na resposta.
  • Se você foi atendido no Plantão. Você pede a confirmação de que existe registro e o acesso ao seu pelo caminho descrito na seção do serviço. Em até quinze dias respondemos por escrito se existe registro, de onde vieram as informações, para que servem, onde ficam guardadas, por quanto tempo e quem teve acesso, como determina o artigo 19 da LGPD. Nessa mesma resposta propomos a data da conversa com o psicólogo, em que o conteúdo é apresentado e esclarecido, e essa conversa acontece em até trinta dias contados do seu pedido. Quando a agenda não permitir, avisamos antes de o prazo acabar e explicamos o motivo. Você também pode pedir correção. Dado de identificação e erro de fato verificável, como nome, data de atendimento, empresa em que você trabalha ou encaminhamento anotado que não aconteceu, são corrigidos no próprio registro, com a data da correção e a identificação de quem a fez. O que o psicólogo escreveu sobre o atendimento fica como foi escrito, porque o registro vale como documento do que foi feito no dia em que foi feito. Quando você discordar desse conteúdo, a sua manifestação é escrita, datada e assinada, guardada junto com o registro e apresentada sempre que ele for apresentado. A eliminação do registro antes do prazo mínimo não é possível, porque a regulamentação da Psicologia obriga o profissional e a Analítica a conservá-lo por, no mínimo, cinco anos.

Segurança, encarregada e alterações

Segurança e incidentes

Adotamos medidas para proteger os dados que tratamos, com acesso restrito ao registro do Plantão. Quando a Analítica é a controladora e ocorre incidente que possa trazer risco ou dano relevante, comunicamos a Autoridade Nacional de Proteção de Dados e as pessoas afetadas, como determina o artigo 48 da LGPD, no prazo fixado pela regulamentação da autoridade, que hoje é de três dias úteis contados de quando soubermos que o incidente atingiu dados pessoais. A comunicação diz quais dados foram atingidos, quais são os riscos, o que já foi feito e por onde tirar dúvidas. Incidente que atinja registro do Plantão é sempre tratado por nós como de risco relevante, porque envolve dado de saúde e material protegido por sigilo profissional. Quando atuamos em nome de uma empresa contratante, avisamos a ela assim que soubermos, e é ela quem decide sobre as comunicações. Se o incidente atingir registros do Plantão, falamos diretamente com as pessoas afetadas, pelo canal reservado ao serviço, sem passar pela empresa contratante e sem revelar a ela quem foi atendido.

Encarregada

A Analítica indicou Liliane Rodrigues como encarregada pelo tratamento de dados pessoais, no e-mail dados@analiticarh.com.br, como prevê o artigo 41 da LGPD. A regulamentação da Autoridade dispensa dessa indicação, em certas condições, os agentes de tratamento de pequeno porte, e a Analítica indicou mesmo assim. A encarregada recebe os pedidos, responde e acompanha o cumprimento desta política, sem acesso ao conteúdo dos atendimentos do Plantão. Os pedidos sobre o Plantão são conduzidos pelo responsável técnico do serviço, no e-mail reservado indicado na seção sobre ele.

Alterações

Esta política pode mudar. A data indicada no início desta página mostra a versão vigente. Quando houver mudança relevante, avisamos nesta mesma página, acima do texto, por pelo menos trinta dias.

Esta página descreve o que a Analítica RH faz com dados pessoais nos seus próprios serviços. Ela tem finalidade informativa e não substitui orientação jurídica, para quem lê ou para as empresas clientes. A Analítica RH presta consultoria em gestão com pessoas, sem atuação na área jurídica.